Em 04/10/2014, o ministro Gilmar Mendes liberou uma reportagem da Rede Globo.
Gilmar Mendes suspendeu decisão da Justiça da Paraíba que impedia a TV Globo de exibir matérias sobre um juiz do estado. Na liminar, Mendes concordou que a censura era injustificável e citou outros precedentes, como uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso que afirmou que a eventual sanção a alguma matéria jornalística deve ser feita depois de sua veiculação, e não por meio da proibição prévia. A superação da presunção da liberdade de expressão deve ocorrer em situações raras e excepcionais, o que, segundo Gilmar Mendes, não seria o caso. De acordo com ele, a reportagem, a princípio, não promove a divulgação de informação falsa, mas de fatos investigados por uma CPI que apura adoções irregulares. Eu quero destacar da notícia acima a frase: "A superação da presunção da liberdade de expressão deve ocorrer em situações raras e excepcionais." Este ano, 18/05/2023, Gilmar Mendes libera exibição do Linha Direta sobre o caso Henry Borel com a seguinte alegação: "A liberdade de expressão, enquanto direito fundamental, tem, sobretudo, um caráter de pretensão a que o Estado não exerça censura. Daí porque, ressalvados os discursos violentos ou manifestamente criminosos, não é o Estado que deve estabelecer quais as opiniões ou manifestações que merecem ser tidas como válidas ou aceitáveis. Em um regime democrático, disse o ministro, essa tarefa caberá, antes, ao público a que essas exibições se dirigem, devendo o Estado se abster de condutas que causem embaraços ao livre debate de ideias e ao pluralismo de opiniões, elementos que se alicerçam na liberdade de imprensa”. Já desta matéria eu destaco a seguinte frase: "Ressalvados os discursos violentos ou manifestamente criminosos." A produtora de vídeos Brasil Paralelo havia anunciado o lançamento do documentário intitulado "Quem mandou matar Jair Bolsonaro", mas a corte eleitoral barrou PREVIAMENTE a divulgação. Na ocasião o Folha OUL publicou: "O Brasil Paralelo é um canal de vídeos na internet de viés conservador, que propaga revisionismos históricos sem fundamentação acadêmica sólida, e costuma fazer duras críticas ao PT. O conteúdo é amplamente compartilhado por aliados de Bolsonaro." O que eu estou tentando dizer com essa simples postagem, é que quando bem convém aos interesses do STF e do TSE, que claramente favoreceram nas eleições de 2022 o candidato do PT, eles aplicam a censura na cara dura com a argumentação da "exceção excepcional por motivos de discursos violentos e manifestamente criminosos." Essas ações tem um nome, se chama DITADURA e não "justiça".
A esquerda brasileira tem gritado pela internet que a oposição só produz fake news e que o nosso discurso é de ódio, quando na verdade são eles que promovem o discurso do ódio. Até mesmo o STF tem dito isso sobre a oposição. Muitos conhecidos meu tem dito que a esquerda é doentia, e de fato, no vídeo que você irá ver no final dessa matéria comprova isso. Um discurso de ódio é toda manifestação de expressão (falada, escrita, gestual, visual, etc.) que incita, promove ou justifica o ódio, a discriminação ou a violência contra pessoas ou grupos com base em características como: raça ou cor, origem étnica ou nacionalidade, religião ou crença, gênero, identidade ou orientação sexual, deficiência, condição social ou outras características que façam parte da identidade da pessoa ou grupo. Em resumo: é quando alguém usa palavras ou símbolos com a intenção (ou o efeito) de desumanizar, humilhar, ameaçar ou incitar hostilidade contra um grupo por aquilo que ele é , e ...